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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

NOVO ANO PARA A LEGISLATIVO MUNICIPAL

Li com atenção a entrevista do Presidente da Câmara de Vereadores, Vereador Valdecir Rubbo, publicada no Jornal Serra Nossa na edição nº 444, de hoje, 31/01/2014. A habilidade com que aquele nobre edil lida com as palavras fica evidente e apenas revela seu amplo conhecimento sobre os meandros políticos, principalmente locais. Colocado à prova por perguntas inteligentes e que foram diretas ao ponto que caracterizou os debates e posturas de alguns vereadores no ano que passou, no caso, a bateção de boca ("ataques pessoais e rusgas partidárias"), Rubbo minimizou tudo que aconteceu com perspicazes eufemismos, sem, no entanto, parecer deixar (como atual e futuro Presidente da Casa) um importante "recado" ou apelo a seus pares: vamos discutir projetos! Nada como a experiência e, no caso, bem exercida. No entanto, infelizmente, difícil será ver o bom senso e as recomendações do Presidente serem atendidas. E isso porque para se debater projetos e respeitar o campo das idéias (diferentes!) é preciso ter qualidades que muitos poucos têm demonstrado no exercício da palavra e de ações no nosso legislativo. E como tais deficiências vêm acompanhadas na maioria das vezes por ranços políticos, principalmente fruto de uma derrota eleitoral que muitos não esperavam e não aceitam até hoje, fica até difícil, como se diz popularmente, ter vergonha na cara. Então, tudo indica que o futuro parlamentar de nossa Câmara de Vereadores para o novo ano legislativo que se aproxima apenas tenderá a repetir a baixaria que caracterizou tão importante ofício no ano que passou, algo, aliás, jamais visto, nem ao tempo do falecido e folclórico Roque Bettinelli. Afinal, estamos vivendo tempos, por exemplo, em que Vereador comemora, se vangloria, deseja de todo ardor amontoar ocorrências policiais, inclusive contra seu(s) próprio(s) colega(s) legislador(es), tornando tais agentes políticos os mais novos frequentadores do Plantão Policial. E, pior, comemora, vangloria-se de tornar isso público, como se fosse algo a ser comemorado. No mesmo viés, em atitudes que vão amontoando micos sobre micos posturais, chegou-se ao ponto de se ver vereador entrando com bisonho Mandado de Segurança contra a Câmara de Vereadores (entenda-se como contra a Presidência, Mesa e/ou mebros de Comissões) porque seus projetos não teriam o trâmite e/ou "aprovação" que seu autor pretendia, como se o fato de um Vereador apresentar um projeto significasse automaticamente sua aprovação. Enfim, como esperar que alguém que exerça a prática do embate pelo embate (e não do debate), por característica, personalidade e/ou desiderato pessoal-político, venha a se tornar um consciente e qualificado legislador? E como lidar e o que esperar de quem quer, graças ao que se chama de "tribuna", transformar liberdade e imunidade parlamentar de expressão em libertinagem de expressão, com toda e possível desqualificação, ranço e achacaque possível? Enfim, o balanço do que se viu na nossa Câmara de Vereadores neste ano que passou, não tenho dúvidas, no que diz respeito a postura e exercício da importante tarefa parlamentar é, de um modo geral, extremamente negativo. Esperar que melhore? Sim! Acreditar que melhore? Difícil. Mas como a esperança do Presidente Rubbo é a última que morre, assim como a nossa, vamos torcer por dias melhores. Em tempo: será que a leitura desta avaliação também vai levar um Vereador a fazer alguma ocorrência policial?

NOVO ANO PARA A EXECUTIVO MUNICIPAL

Terminou o primeiro ano de governo do Prefeito Pasin. Estamos em janeiro/2014. E qual é o balanço? Cada um pode e deve fazer o seu. Mas, acredito, um extrato reflexivo honesto poderia levar à conclusão de que, por óbvio, muito do que os mais otimistas esperavam não aconteceu; e, por outro lado, muito do que os pessimistas não esperavam aconteceu. Consciensiosamente, parece evidente que não se poderia esperar que, em um ano, o Prefeito Pasin pudesse minimamente equacionar todos os problemas que recebeu, seja de ordem financeira, administrativa, estrutural (e todos quantos mais que toda a cidade sabe e não é preciso ficar aqui lembrando), fruto da incompetência, venalidade, inconsequência e irresponsabilidade de um governo petista para ser esquecido até por aqueles que infelizmente gostam convenientemente de não ter memória. Por outro lado, o primeiro ano passou e, agora, neste de 2014, é preciso que o novo governo se consolide como um governo que veio para ser melhor (e isso, convenhamos, não seria muito difícil em função de quem sucedeu!). E, como em relação ao que deve ser a base de tudo em nossas vidas, seja pública seja privada, naquilo que nos diferencia entre fazer o bem do mal, o certo e do errado, no caso, a boa-fé, o Prefeito Pasin da de 10 a 0 nos que sucedeu, estou confiante de que poderemos ver a partir deste ano o início de realizações que ficarão mais visíveis aos olhos externos da comunidade, o que poderá tornar o governo Pasin naquilo que se espera dele e foi o motivo pelo qual o jovem prefeito foi eleito.