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quarta-feira, 28 de abril de 2010

DISTRIBUIÇÃO DO DINHEIRO PÚBLICO

Você sabe quanto a administração municipal distribuiu de dinheiro entre as mais variadas associações, sociedades, cooperativas e entidades de um modo geral, independentemente dos fins no ano de 2009? Então fique sabendo: R$ 5.134.452,20 (cinco milhões cento e trinta e quatro mil quatrocentos e cinquenta e dois reais e vinte centavos). Isso mesmo!
E você sabe quanto já foi distribuído neste ano de 2010, até o dia 28/4? Então fique sabendo: R$ 949.000,00 (novecentos e quarenta e nove mil reais)
E você sabe para quem foi o dinheiro e para qual fim? Não? Então aguarde, estamos preparando a relação com os nomes e os objetivos. Com certeza você vai se espandar com os valores dados para certos objetivos também de espantar. Todos os nomes, objetivos e números estarão nesta página nos próximos dias. Aí você vai poder tirar suas próprias conclusões!

PEGUE SEU DINHEIRO DE VOLTA

O Município de Bento Gonçalves vem cobrando tributo de forma ilegal. Com a chegada do carnê do IPTU deste ano de 2010 os estudos apontam exatamente para essa direção. Não bastasse em alguns casos o IPTU ter tido um acréscimo de até 250%, existem taxas incorporadas na cobrança que não podem ser cobradas, e, por isso, você poderá ter o dinheiro pago nos últimos anos de volta, devidamente corrigido e acrescido de juros. Se você não concorda com o abuso e quer receber seu dinheiro de volta e, melhor ainda, deixar de pagar futuramente os abusos, basta contatar nosso escritório, trazendo o carnê e/ou os demonstrativos do que foi pago dos últimos cinco. Estamos a sua diposição para todos os esclarecimento necessários. Não se deixe mais enganar.

O ÚNICO ÚNICO DE MAIS DE UM

O ÚNICO ÚNICO DE MAIS DE UM
Toda a cidade acompanha atentamente, há muitos meses, o desenrolar da cruzada do Fórum das Entidades, capitaneada por seu Presidente, Dr. Petry, na busca da adesão, por parte dos Partidos Políticos locais, à idéia de termos por aqui apenas um candidato a deputado federal e um candidato a deputado estadual, ao que se deu o nome de “candidatura única”. O objetivo disso, como todos ouviram falar, seria a facilitação para que pudéssemos, depois de tantos anos, eleger algum nosso representante entre os nossos.
Tendo afunilado o tempo e sem a adesão dos Partidos à idéia, num tal de “Dia D”, como foi assim chamado pelo próprio Fórum o dia em que entendia ser o das definições há semanas atrás, as coisas continuaram empacadas. Então, apesar da negativa dos Partidos naquele dia de firmar qualquer documento com a pretensão do Fórum pela falta de definição de vários aspectos que envolviam aquela decisão, o “Dia D” acabou sendo rebaixado como sendo um dia qualquer. Então, muitos dias mais vieram e, segundo o Fórum, a proposta continuava de pé, mesmo que o partido que está no governo municipal já tivesse lançado seu pré-candidato a deputado estadual e já tivesse informado oficialmente que dele não abriria mão.
E como esta semana teve mais um “Dia D”, o encontro na Câmara de Vereadores terminou como os outros “Dias D”, ou seja, sem acordo, sem definições, sem a almejada candidatura única. Mas houve um fato novo: o vereador Ivar Castagnetti apresentou um documento onde todos os vereadores informavam ao Fórum que o candidato deles, vereadores, seria aquele entre eles prestigiado vereador. E à luz deste fato é que se pode fazer novas e velhas análises e, quiçá, em homenagem ao Fórum e às suas boas intenções, trazer luzes ao debate.
Em primeiro lugar, há de ser dito que é estranho que se continue a dizer para a comunidade que se está em busca de um candidato único se o PT local já disse que não abre mão do seu candidato a deputado estadual e enquanto vereadores estranhamente lançam um nome para o Fórum, quando se sabe que são partidos que dão nomes de candidatos. Como é que algo pode ser “único” deste jeito? E como se pode continuar tentando construir a alternativa do candidato único omitindo do debate tal questão como se este componente não existisse. E, convenhamos, fica ainda mais estranho que se leve a sério tal lançamento de nome único quando a própria vereadora do PT assina tal documento. Ela e alguns estariam acreditando que pode haver um único formado por dois?
Em segundo lugar, há de se ter presente que hoje a proposta bem intencionada do Fórum está mais para ajudar algumas manipulações político-partidárias que envolvem cargos no presente e no futuro do que qualquer coisa. E a isso deve estar atendo o Fórum, eis que desconhecedora que é a maioria dos seus membros sobre os meandros da política, podem seus membros-dirigentes não estar se dando conta de que negociações outras podem e estão acontecendo entre os partidos que não necessariamente têm a ver com o objetivo puro, leal e digno do Fórum. Alguns exemplos de possíveis propósitos alheios aos objetivos do Fórum: futura presidência da Câmara; troca de posição em candidaturas futuras entre os partidos tradicionais que acabam de ser afastados da administração municipal; preenchimento de cargos de confiança tanto na Câmara quanto na Prefeitura no troca-troca de falso único.
É por essas e outras que não cabem aqui que o Fórum deve estar atento ao que está pretendendo e como está conduzindo, ou sendo conduzido nestes últimos dias pelos aliados de última hora da idéia para transformar o único em não único, sem que alguns se dêem conta de que o que pode estar sobre a mesa são negociações de bastidores. Por isso mesmo, o Fórum deveria estar mais atendo ao que alguns Partidos considerados pequenos e sem a representação parlamentar local têm a dizer e até a ensinar sob esse enfoque.
Por outro lado e de forma derradeira penso que o Fórum pode dar uma grande e quase inestimável contribuição à política local para a possibilidade real de elegermos deputado federal e estadual desta vez. Basta que para tanto comece a pensar de forma mais ampla e pragmática, que poderíamos reduzir em dois tópicos: primeiro, observar os números que são necessários para um partido ou outro eleger seu candidato, na medida em que não se pode achar que a missão é a mesma para eleger alguém que precise 20 ou 30 mil votos do que aquele que precisa 80 ou 100 mil; trata-se de matemática política com base no quociente eleitoral; segundo, tentar começar, depois de entender a dinâmica matemática, focar-se naqueles partidos que têm a maior chance matemática. Feito isso e lhe agradando minimamente o nome apresentado, pois afinal, nenhum vai contentar gregos e troianos, partir para definir seu apoio como Fórum, arregimentando em torno de tal nome todos seus membros e, também, as empresas filiadas e dirigentes que fazem parte de cada uma das entidades.
Não for assim, com todo respeito às suas boas e justificadas intenções, a única coisa que o Fórum irá conseguir ao final será ser o local onde e para onde se mandam manifestações e demonstrações de “non sense”, como a da vereadora do PT e líder do mesmo governo, Neilene Lunelli, que segundo o Jornal Gazeta, justificou assim ter assinado apoio à candidatura única do vereador Castagnetti : “Assinei o manifesto porque sou a favor da proposta, desde que o candidato seja o Enio Ceccagno (nome indicado pelo PT para concorrer a deputado estadual); não tinha como não assinar”. Único de mais de um? Só aqui, nessa nossa querida cidade, que alguns almejam transformar na nova Tupiacanga.

domingo, 25 de abril de 2010

BOM EXEMPLO

A política é algo que cada vez mais nos enoja. E nem poderia ser diferente num universo político que nos apresenta, muito constantemente, exemplos negativos. Mas se isso é verdade, não menos verdade é que não há como existir uma sociedade democrática e sob um regime de estado de direito sem ela. Seus instrumentos é que permitem que se atendam as necessidades sociais. Por isso é que é nosso dever não nos afastarmos da política, mas estarmos vigilantes, atentos e na medida do possível participativos. E quando encontramos exemplos bons, devemos enaltecelos, homenageá-los para que possam ser os referenciais necessários para renovarmos e purificarmos a política nacional. Por isso que deixo aqui, no espaço logo acima, à direita, publicado alguns vídeos da Deputada Estadual do Rio de Janeiro, Cidinha Campos, que falam por si. Vivendo e exercendo seu mandanto num antro de corrupção, a Deputada consegue ser um baluarte na defesa da moral política, necessária para que o bem público possa ser conduzido por pessoas de bem, como é possível. O exemplo fala pela voz da Deputada Cidinha. Pense em como seria bom ter mais políticos assim. Isso é possível, basta estar atendo e não se deixar enganar pelo discurso mentiroso de que todos são iguais, o que só interessa ser assim divulgado pelos maus.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sugestão de Leitura

Meus amigos: tomo a liberdade de sugerir a vocês todos alguns dos livros que acredito possam servir para reflexão sobre as coisas da vida. Boa leitura!

1) Cândido ou O Otimismo; Voltaire.
2) Memnon ou a Sabedoria Humana; Voltaire.
3) Apologia de Sócrates; Platão.
4) O Processo; Franz Kafka.
5) A Colônia Penal; Franz Kafka.
6) O julgamento de Sócrates; I.F.Stone; Cia das Letras.
7) O julgamento e Morte de Jesus; Haim Cohn; Imago.
8) Crime e Castigo; Dostoiévski.
9) O Discurso e o Poder; Boaventura de Sousa Santos.
10) A Revolução dos Bichos; George Orwell;
11) Sidarta; Hermann Hesse.
12) O Senhor das Moscas; William Golding.
13) Os Simpsons e a Filosofia; William Irwin (coordenador); Madras.
14) 24 horas e a Filosofia; William Irwin (coordenador); Madras.
15) A filosofia de House; Willian Irwin (coordenador); Madras.
16) O inocente; John Grisham; Rocco.
17) As Intermitências da Morte; José Saramago; Cia das Letras.
18) Ensaio Sobre a Cegueira; José Saramago; Cia das Letras.
19) Ensaio Sobre a Lucidez; José Saramago; Cia das Letras.
20) Sobre Meninos e Lobros; Dennis Lehane; Cia das Letras.
21) O Leitor; Bernhard Schlink; Record.
22) Memórias de Minhas Putas Tristes; Gabriel García Márques; Record.
23) O Mercador de Veneza; Shakespeare.

OS MUITOS PTs do PT

O patau do partido, postulou e postulou até que pela potoca e pela pataca dos patacudos subiu a ponte do planalto. A optimacia do patamaz dava início. Pátria e partido do patrão do dedo pitoco optavam por uma nova patota. Cooptar pelo capital se tornou o pacote dos pataqueiros para adaptar deputados corruptos às pretensões particulares.
O putativo presidente e sua patota, então, desmascarados, passaram às pataratas como patarateiros patéticos. Ficou patente a esperteza dos petizes do potentado. Pateados pelos menos patetas e até pelos pitosgas, viraram patativos sobre patavina.
Mas a petulância também optou. Assim, pactuaram em dar espetáculo aos peticegos. Negar para não parecer patibular e patife diante de tanta patifaria. Patranha valia para qualquer patrasana, principalmente para o patrão inepto não parecer adepto e optante com o pacto putre. As pastas de patacas não passariam de patacoada.
Ao optarem pela impostura, deixaram desde os pategos até os espertos do partido prontos para a decapitação. Os mais cépticos perderam a espontaneidade para participar da captação de novos simpatizantes, perpetrando, ao contrário, a partida do partido.
Mas o beneplácito perturbante do patusco número um permitiu que independente do impacto da putrefação do poder junto à população tudo parecesse imperturbável. Pertinaz, o partido impatriótico permitiu impertinente placitação, mesmo que inoportuna e imprestável tal postura.
Estranhamente não se tornaram impotentes os mais potentes, apesar do duvidoso impoluto, o número dois, ter se tornado, aparentemente, imprestável para o imperativo impressionante do projeto de perpetração do poder pelo poder. Nem mesmo o impacto das impertinentes permutas fizeram mudar a pauta patológica da mentira pedante.
Impacientes continuamos esperando pela implantação de impeditivos futuros para que peremptoriamente saiam percutidos de morte os políticos politiqueiros de plantão e não o patrimônio público. Enquanto isso pensemos em um epíteto para a política falaciosa e para os optantes por tudo que é corrupto que poderia ser assim: partes para 2006 para pertentar o poder, pois és pertinaz, com o que ficamos perturbados, já que decepcionastes de forma impertinente 2005. Vá de retro inapto, vá apostemar em outro lugar, encerra este capítulo capitaneado na capital onde derrotastes de capote a dignidade. Se não captastes ainda, inepto, capta a derradeira mensagem: espatifes para os patifes espatifarem, num espetáculo espetacular do fim do teu espectro que deu lugar à partidofobia.

sábado, 10 de abril de 2010

UM CIDADÃO COMUM

UM CIDADÃO COMUM
Em 1508, Erasmo de Roterdão, escreveu seu famoso “Elogio da Loucura”. Por ele ela nos diz: “Os vulgares mortais dizem mal de mim, mas não sou tão néscia como os estultíssimos me julgam, pois ninguém é capaz como eu de divertir tanto os homens e até os deuses. A prova é que, mal me apresentei a este grande auditório, já nos vossos olhos brilha uma insólita alegria”.
Em dias como esses, será a loucura nossa saída? Será o destino demente nossa única forma de alegria e paz? Pois em momentos em que o ilógico vira lógico, o mau vira o bom, o ser vira o nada, a hipocrisia vira a verdade, e tudo quanto mais de inversão de valores poderia se dar está se dando, como restabelecer a ordem das coisas, que o bem seja o bem, que a verdade não seja a mentira, que eles não sejam elles?
Definitivamente há de se pensar na saída pela loucura, que parece ser para onde nos resta ir ou querem nos levar. Pois não bastasse o que aconteceu no Senado na semana passada no caso Renan, ainda tivemos que ouvir do nosso inigualável presidente, para justificar a razão de suas ações não condizerem com o que defendia em discurso no passado recente sobre a CPMF, que ele “não é um poste, é um ser humano”.
Mas pior do que isso foi o descaramento impensável do Ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao dar esta semana uma das justificativas para a prorrogação da sempre provisória-eterna contribuição provisória: “A CPMF não causa o malefício que se diz. Se perguntarmos ao cidadão comum, ele nem sabe quanto paga desse imposto”. Esqueçamos um pouco a questão do malefício e releiamos para não esquecer tão ignóbeis palavras do impensável: “Se perguntarmos ao cidadão comum, ele nem sabe quanto paga desse imposto”.
Esse, realmente, é um belo argumento, mas isso para revelar o quanto insignificantes somos para um governo podre, corrupto e, agora, mais do que nunca debochado na pretensa seriedade do compra e desdenha quem quiser. O chefe é um poste e o subalterno nos julga a todos uns idiotas. E o pior, como revela a premissa do pensamento governista, é por julgar-nos a todos idiotas que tudo é permitido, inclusive tributar, tributar e tributar e, depois, roubar, roubar e roubar. Pois afinal, usando a lógica do ministro, podemos ter certeza do que elles pensam sobre outro assunto: se perguntarmos ao cidadão comum, ele nem sabe quanto estamos maracutaiando e roubando.
Foi por isso que José Ingenieros, na sua obra “O homem medíocre”, alertou: “a psicologia dos homens medíocres se caracteriza por um perigo comum: a incapacidade de conceber uma perfeição, de formar um ideal. São rotineiros, honestos e mansos; pensam com a cabeça dos outros, compartilham a hipocrisia moral alheia e ajustam seu caráter às domesticidades convencionais.”

HIPOCRISIA EM SPRINGFIELD

HIPOCRISIA EM SPRINGFIELD
Não é à toa que os livros são mágicos e, na maioria das vezes, o único e último consolo do individuo. Este é o caso de “Os Simpsons e a Filosofia”, lançado recentemente com vários textos de renomados filósofos que se detiveram em analisar aquele desenho conhecido de muitos e, infelizmente, assistido por poucos.
Pois em um dos textos, em meio à análise da hipocrisia que reina na cidade de Springfield e como ela se dá em alguns dos seus moradores, o autor esclarece: “Hipocrisia é não praticar aquilo que se prega. Ou seja, uma pessoa afirma certos princípios e valores – palavras segundo as quais ela deve viver – e depois age em violação desses princípios ou valores. Se eu digo que uma pessoa não deve comer feijões, e eu como feijões, sou um hipócrita. Isso opera apenas com declarações de valor, que não dizem com o mundo é, mas com o mundo do deve ser. Elas não descrevem fatos, mas prescrevem ações. No caso da hipocrisia, a ação dos indivíduos viola suas próprias afirmações de valores: morais, estéticos, profissionais, racionais ou outros.”
Mera coincidência com o que se vê ao nosso redor? Não. A ficção imitando a realidade? Com certeza, sim. Lendo o noticiário local e nacional dos últimos dias, vê-se que a única coisa que aquele desenho animado não conseguiu reproduzir até agora foi a hipocrisia numa dimensão à brasileira, tão gigantesca que não há ficção que possa alcançá-la. Sob o signo das homenagens vãs e interesseiras; das efemérides efêmeras; do tratamento distinto de Vossa Excelência para cá e Vossa Excelência para lá entre pilantras de carteirinha; e de discursos sobre corrupção no Haiti enquanto o Haiti é aqui, a sociedade vai enganando-se e deixando-se enganar, num elo de hipocrisia doentia que chega às raias do absurdo e que só tende a nos tornar cada vez mais reféns do puro mal, cujo resultado máximo e derradeiro só poderá chegar a algo como o retratado por Khalil Gibran em sua parábola “satanás”, que, para o caso, fala por si: um padre vai pelo caminho do deserto quando encontra alguém ferido à beira da morte. Pára e pergunta ao quase desfalecido quem ele é, ao que recebe a resposta e ouve um pedido: eu sou satanás, estou morrendo e o senhor deve salvar-me. Ao ouvir isso, o padre dá um salto para trás e diz: mas como, você é o diabo e quer que eu, um padre, que vivo para combater tua existência todos os dias salve-lhe a vida? Sim, responde satanás quase nos últimos suspiros. Mas por que eu faria isso, indaga o padre, recebendo imediata resposta: Ora, padre, graças a minha existência é que a tua tem causa e discurso; portanto, sou eu quem garante tua sobrevivência, justificando o recolhimento de doações, do dízimo, dos presentes, das recompensas e tudo o mais. Se eu morrer a razão de tudo isso desaparece. Ouvindo isso, o padre coloca o diabo sobre os ombros e o salva.